Ô, canoeiro... de onde vem esse canto que balança o dia e embala o mar? Sem dizer palavra, ele passa e deixa rastro de estrela, cor, peixe, silêncio... Cada página é uma remada musical, um sopro de vento, um sussurro das águas. Abra o livro devagar. Deixe que o tempo escorra. E siga o caminho de quem navega sabendo que ver é ler o mundo e é, também, escutá-lo.