About
Um jovem brasileiro vai para a França trabalhar num restaurante prestes a inaugurar. Assim começa Paris-Brest, misto de romance de formação, diário de viagem e livro de receitas. Junto com Alexandre, o autor, percorremos paisagens bucólicas, aprendemos que, não raramente, quem começa numa cozinha terá muitas pilhas de alhos para descascar, até chegar o dia em que fará uma receita sua, ou melhor, nossa, pois o autor conjuga o requinte da culinária francesa ao feitiço do tempero brasileiro. Paris-Brest não trata apenas de cozinha, mas da razão pela qual ela tanto nos fascina. A arte de comer é também a arte do encontro, e personagens fantásticos surgem no caminho de Alexandre, em passagens que farão você rir e se emocionar. Entre receitas, histórias e lugares, o autor faz ecoar em cada linha que escreve a famosa joie de vivre francesa. Na nova edição, lançada agora, dez anos depois da primeira, o autor inclui histórias apimentadas ao seu repertório - se a primeira edição tinha como subtítulo "Memórias de um brasileiro pelas cozinhas da França", agora ele vem como "Memórias de um brasileiro pelas cozinhas e camas da França".
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"Fosse um belo e saboroso prato, como tantos que Alexandre Staut tem criado, este livro mereceria uma fartura de estrelas nos guias da boa mesa. Pode até ser visto assim, aliás, consideradas várias receitas que você encontrará aqui. Paris-Brest é mais do que um repositório de felizes achados culinários. Tem entradas para todo tipo de leitor."
(Humberto Werneck, escritor)
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O sonho arquetípico de cruzar oceanos, fazer mochilão na Europa, trabalhar em restaurantes e viver paixões em novos sotaques, muita gente consegue realizar. Muita gente tem bagagem e história para contar – "minha vida daria um livro", a gente ouve tanto por aí. Mas só quando essas histórias são vividas por um grande escritor é que elas podem ser registradas com o peso e a poesia que podem levar outros a sonhar.
Em seu consagrado Paris-Brest, Alexandre Staut relembra histórias e receitas de sua temporada na França, no começo do milênio, misturando alta gastronomia com um tempero todo brasileiro. Não à toa recebeu o Prêmio Best French Cuisine Book, pelo Gourmand World Cookbooks Awards; foi finalista do Jabuti e do Prêmio Prazeres da Mesa.
Na primeira vez em que li Paris-Brest, antes de me tornar amigo de Alexandre Staut, temia que o livro pudesse ser pedante, com toda a bagagem de cultura francesa. Encantei-me com um relato sincero e delicado, apetitoso e apimentado, comovente e nostálgico. Como um saudoso amigo em comum relata no livro, Staut faz culinária francesa como quem faz oferenda de terreiro, e literatura com três estrelas Michelin.
(Santiago Nazarian, escritor e tradutor)
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"Fosse um belo e saboroso prato, como tantos que Alexandre Staut tem criado, este livro mereceria uma fartura de estrelas nos guias da boa mesa. Pode até ser visto assim, aliás, consideradas várias receitas que você encontrará aqui. Paris-Brest é mais do que um repositório de felizes achados culinários. Tem entradas para todo tipo de leitor."
(Humberto Werneck, escritor)
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O sonho arquetípico de cruzar oceanos, fazer mochilão na Europa, trabalhar em restaurantes e viver paixões em novos sotaques, muita gente consegue realizar. Muita gente tem bagagem e história para contar – "minha vida daria um livro", a gente ouve tanto por aí. Mas só quando essas histórias são vividas por um grande escritor é que elas podem ser registradas com o peso e a poesia que podem levar outros a sonhar.
Em seu consagrado Paris-Brest, Alexandre Staut relembra histórias e receitas de sua temporada na França, no começo do milênio, misturando alta gastronomia com um tempero todo brasileiro. Não à toa recebeu o Prêmio Best French Cuisine Book, pelo Gourmand World Cookbooks Awards; foi finalista do Jabuti e do Prêmio Prazeres da Mesa.
Na primeira vez em que li Paris-Brest, antes de me tornar amigo de Alexandre Staut, temia que o livro pudesse ser pedante, com toda a bagagem de cultura francesa. Encantei-me com um relato sincero e delicado, apetitoso e apimentado, comovente e nostálgico. Como um saudoso amigo em comum relata no livro, Staut faz culinária francesa como quem faz oferenda de terreiro, e literatura com três estrelas Michelin.
(Santiago Nazarian, escritor e tradutor)
